sábado, 20 de junho de 2026

As maiores precipitações em Santiago RS e a Distribuição por fase do ENOS

Imagem atualizada de 20 de junho de 2026

 A análise desses dados mostra que os maiores volumes de chuva ocorreram sob diferentes fases do ENOS (El Niño-Oscilação Sul), indicando que eventos extremos de precipitação não dependem exclusivamente do El Niño forte.

Ranking dos maiores acumulados

PosiçãoMês/AnoChuva (mm)Fase do ENOSAnomalia
Junho/2025592,6 mmNeutralidade-0,4°C
Novembro/2009574,4 mmEl Niño+1,3°C
Setembro/2023482,2 mmEl Niño+1,1°C
Janeiro/2019481,2 mmEl Niño+0,6°C
Maio/2024454,5 mmNeutralidade-0,3°C
Maio/2025438,7 mmLa Niña-0,5°C
Outubro/2015422,6 mmEl Niño forte+2,2°C
Abril/2024421,8 mmNeutralidade+0,1°C
Janeiro/2010421,6 mmEl Niño+1,5°C
10ºDezembro/2015400,6 mmEl Niño muito forte+2,4°C
11ºOutubro/2012384,8 mmNeutralidade+0,2°C
12ºOutubro/2019373,0 mmNeutralidade+0,1°C
13ºDezembro/2012346,0 mmNeutralidade-0,4°C

Distribuição por fase do ENOS

  • El Niño: 6 casos
  • Neutralidade: 6 casos
  • La Niña: 1 caso

Principais conclusões

  1. O maior acumulado da série ocorreu em neutralidade.
    Junho de 2025 registrou 592,6 mm, mesmo com a temperatura do Pacífico em -0,4°C, condição de neutralidade fria.
  2. Eventos extremos ocorreram em todas as fases do ENOS.
    Há exemplos de chuva muito elevada em:
    • El Niño moderado e forte;
    • Neutralidade;
    • La Niña.
  3. El Niño forte não garante os maiores volumes.
    Os episódios de 2015, quando o Pacífico atingiu +2,2°C e +2,4°C, produziram acumulados elevados, mas inferiores aos registrados em junho de 2025.
  4. A neutralidade aparece com frequência.
    Seis dos treze maiores eventos ocorreram em meses classificados como neutros, mostrando que outros fatores atmosféricos também são importantes.
  5. A intensidade do El Niño não apresenta relação direta com o volume de chuva.
    Por exemplo:
    • Janeiro de 2019: +0,6°C → 481,2 mm.
    • Outubro de 2015: +2,2°C → 422,6 mm.
    • Dezembro de 2015: +2,4°C → 400,6 mm.

Conclusão

Os dados indicam que chuvas extremas podem ocorrer durante El Niño, La Niña ou neutralidade. O El Niño aumenta a probabilidade de períodos chuvosos em partes do Sul do Brasil, mas os maiores acumulados não dependem necessariamente de um El Niño forte. A atuação de frentes frias, rios atmosféricos, bloqueios, ciclones e outros padrões atmosféricos regionais também exerce grande influência sobre os eventos extremos de precipitação.

Sobre os El Niños

De acordo com a NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos), órgão responsável pelo monitoramento e pesquisa da atmosfera, dos oceanos, do clima e do tempo, entre 1950 e 2026 ocorreram 39 episódios de El Niño.

Ao longo desses 76 anos, seis eventos foram classificados como El Niño forte: Em 2015 muito forte.

  • 1957/1958;
  • 1972/1973;
  • 1982/1983;
  • 1991/1992;
  • 1997/1998;
  • 2015/2016.

Períodos mais longos do fenômeno

  • 1957/1958: início em março de 1957 e término em julho de 1958, com duração de 17 meses.
  • 1982/1983: início em abril de 1982 e término em junho de 1983, com duração de 15 meses.
  • 1991/1992: início em maio de 1991 e término em julho de 1992, com duração de 15 meses.
  • 1986/1988: início em agosto de 1986 e término em janeiro de 1988, com duração de 18 meses.

Maiores períodos com anomalias entre 2,0°C e 2,5°C acima da média

  • 1997/1998: de agosto de 1997 até janeiro de 1998, totalizando seis meses consecutivos entre 2,0°C e 2,5°C acima da média.
  • 1982/1983: de outubro de 1982 até fevereiro de 1983, com cinco meses consecutivos.
  • 1991/1992: de dezembro de 1991 até março de 1992, com quatro meses consecutivos.
  • 2015/2016: de outubro de 2015 até janeiro de 2016, também com quatro meses consecutivos.

O último El Niño muito forte: 2015/2016 e seus efeitos em Santiago (RS)

O El Niño de 2015 teve início em março daquele ano e persistiu até abril de 2016. O fenômeno se intensificou principalmente entre outubro de 2015 e janeiro de 2016, quando as anomalias da temperatura da superfície do Oceano Pacífico alcançaram:

  • Outubro de 2015: +2,2°C;
  • Novembro de 2015: +2,3°C;
  • Dezembro de 2015: +2,4°C;
  • Janeiro de 2016: +2,2°C;
  • Fevereiro de 2016: +1,8°C.

Posteriormente, as anomalias diminuíram gradualmente, encerrando o evento em abril de 2016, com transição para neutralidade e posterior desenvolvimento da La Niña a partir de junho daquele ano.

Chuva em Santiago (RS)

Entre outubro e dezembro de 2015 foram registrados 1.094 mm de chuva em Santiago.

Os acumulados mensais foram:

  • Outubro de 2015: 422,6 mm (o outubro mais chuvoso já registrado no município);
  • Novembro de 2015: 270,8 mm;
  • Dezembro de 2015: 400,6 mm (o dezembro mais chuvoso já registrado).

Eventos severos em Santiago

No dia 7 de outubro de 2015, uma quarta-feira, às 20h55, ocorreu uma forte tempestade de granizo em Santiago. Cerca de 40 mil metros de lona foram distribuídos pela Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros, e 383 residências foram atingidas. As rajadas de vento chegaram a 69 km/h.

Quatorze dias depois, em 21 de outubro, outra tempestade de granizo atingiu a cidade. Mais de 100 famílias buscaram lonas junto ao Corpo de Bombeiros.

Esses episódios estão entre os mais severos temporais de granizo já registrados em Santiago.

Em janeiro de 2016, Porto Alegre também sofreu fortes tempestades, com rajadas de vento superiores a 120 km/h, deixando um rastro de destruição.


El Niño e os eventos extremos

O El Niño provoca o aquecimento das águas do Oceano Pacífico Equatorial, aumentando a evaporação e a disponibilidade de umidade na atmosfera. Quando combinado com o calor do verão, esse cenário pode favorecer:

  • Granizo, vendavais e tempestades
Vale observar:

O El Niño não causa diretamente granizo, ciclones ou vendavais. O que acontece é que:

  • as águas mais quentes do Pacífico alteram a circulação atmosférica;
  • aumenta a disponibilidade de umidade sobre o Sul do Brasil;
  • frentes frias e sistemas de baixa pressão tornam-se mais frequentes;
  • há mais energia na atmosfera para tempestades.

Assim, durante eventos fortes podem ocorrer:

  • granizo severo;
  • temporais mais intensos;
  • rajadas de vento fortes;
  • enchentes e inundações;
  • maior frequência de episódios de chuva extrema.

Sobre os ciclones

 O El Niño pode favorecer condições atmosféricas que aumentam a ocorrência de sistemas de baixa pressão e alguns ciclones extratropicais no Sul do Brasil, mas não significa que todo El Niño forte obrigatoriamente produza mais ciclones.

Os dados de 2015/2016 em Santiago mostram que um El Niño forte pode estar associado a chuvas excepcionais e eventos severos.  Entretanto, não existe uma relação automática entre El Niño forte e enchentes ou temporais extremos. Outros fatores atmosféricos também precisam atuar simultaneamente.

 

Precisa ser dito:

 Um El Niño forte aumenta a probabilidade de chuvas acima da média e de eventos meteorológicos severos no Sul do Brasil, mas não garante que enchentes, granizo ou ciclones ocorram em todos os casos. 

sexta-feira, 5 de junho de 2026

Os menores acumulados mensais de chuva já registrados em Santiago (RS), considerando os dados listados foram:

Até 2025:

Janeiro de 2013 — 1,6 mm
Junho de 2017 — 4,4 mm
Maio de 2020 — 9,4 mm
Junho de 2010 — 13,4 mm
Abril de 2009 — 14,2 mm
Março de 2020 — 19,2 mm
Junho de 2021 — 26,4 mm
Junho de 2016 — 27,6 mm
Abril de 2023 — 30,0 mm
Agosto de 2010 — 30,8 mm
Dezembro de 2011 — 32,0 mm
Março de 2018 — 35,6 mm
Dezembro de 2022 — 36,6 mm
Os dados mostram que os períodos mais secos da série histórica de Santiago (RS) ocorreram principalmente nos meses de junho, abril, março e maio, com destaque absoluto para janeiro de 2013, quando foram registrados apenas 1,6 mm de chuva durante todo o mês.
Em contraste, Santiago também apresenta extremos no sentido oposto. Os maiores acumulados mensais já observados na série histórica incluem junho de 2025, com 592,6 mm, e novembro de 2009, com 574,4 mm de precipitação.
Esses números evidenciam a grande variabilidade do regime de chuvas no município ao longo dos anos, com diferenças que podem superar 590 mm entre os meses mais secos e os mais chuvosos da série histórica. Isso demonstra como o clima da região é marcado por períodos de estiagem e por episódios de chuva extremamente volumosa.
Fonte: EmbrapaAgritempo/EmaterSantiago/DefesaCivilSantiago/Inmet

quarta-feira, 3 de junho de 2026

As maiores quantidades de chuva da série histórica meteorológica de Santiago - Rio Grande do Sul - registradas em um único mês foram:

As maiores quantidades de chuva da série histórica meteorológica de Santiago - Rio Grande do Sul - registradas em um único mês foram: 
Junho de 2025: 592,6 mm; Novembro de 2009: 574,4 mm; Setembro de 2023: 482,2 mm; Janeiro de 2019: 481,2 mm; Maio de 2024: 438,7 mm; Outubro de 2015: 422,6 mm; Abril de 2024: 421,8 mm; Janeiro de 2010: 421,6 mm; Dezembro de 2015: 400,6 mm; Outubro de 2012: 384,8 mm. 

Análise: 
Os dados mostram que junho de 2025 passou a ocupar o primeiro lugar no ranking histórico de precipitação mensal em Santiago, com 592,6 mm, superando o antigo recorde de novembro de 2009, que registrou 574,4 mm. A diferença entre os dois eventos extremos foi de 18,2 mm. 

Observa-se que quatro dos dez maiores acumulados ocorreram nos últimos anos (2023, 2024 e 2025), indicando uma concentração recente de episódios de chuva excepcionalmente intensa. 

Destacam-se setembro de 2023 (482,2 mm), abril de 2024 (421,8 mm), maio de 2024 (438,7 mm) e junho de 2025 (592,6 mm). Outro aspecto relevante é que os eventos extremos estão distribuídos ao longo de diferentes estações do ano, demonstrando que volumes extraordinários de precipitação podem ocorrer tanto no verão quanto no outono, inverno e primavera. 

 O recorde de junho de 2025 é particularmente expressivo, pois foi o único mês da série histórica a ultrapassar a marca de 590 mm. Além disso, o volume registrado nesse mês foi 54% superior ao décimo colocado do ranking, outubro de 2012 (384,8 mm), evidenciando a magnitude excepcional do evento. 

 Fonte: DefesaCivilSantiago/EmaterSantiago/Inmet

sábado, 10 de janeiro de 2026

Temporais no RS ano 2026- Alguns-

 

Dados 2026:

 Ano passado (2025), pelo menos 20 temporais causaram estragos no RS.

Ano passado o primeiro temporal que atingiu uma cidade perto de Santiago foi São Borja. No dia 23 de janeiro de 2025, deu vendaval naquela cidade de até 90 km/h, causando estragos.

Em nove dias quatro cidades próximas a Santiago tiveram destruição causas por granizo e /ou vento.

No dia 02, temporal de granizo que causou danos  em Jaguari e Nova Esperança do Sul. Resultou em 560 casas danificadas.

Dia 07 em Santa Maria, 11 casas destelhadas pelo vento.

Ontem (08/01). São Borja o vento causou destelhamentos e queda de árvores.

Dia 09/01/ São Sepé, vento de 82 km/h. Teutônia, rajadas dos 75 até  81 km/h no Morro das Antenas. Granizo médio em Venâncio Aires. De noite Erechim vento de 87 km/h. 

Queda de árvore no mesmo dia, interrompeu trânsito entre Santa Maria e Itaara. 

Primeiro Alerta Vermelho do Inmet, dia 09/01/2026. Santiago um pancadão por estação meteorológica às 16h30, deu 15 (mm).

Nos temporais da sexta-feira (09/01), a Defesa Civil contabilizou 16 cidades com danos. Foram divulgados neste sábado.
Parobé teve 30 residências com destelhamento. O município com mais transtornos é Parobé, onde a chuva e força do vento derrubou árvores e destelhou 30 residências.
Outras cidades que também estiveram estragos significativos foram Mato Leitão, com três casas parcialmente destelhadas e uma quarta que ficou totalmente sem o teto.
Já em Venâncio Aires reportou três arvores caídas na via urbana e quatro casas que sofreram danos nos telhados.

Veja a lista de municípios
1. Caçapava do Sul; Cruzeiro do Sul; Fortaleza dos Valos; Itaara;
Lagoa Vermelha; Mato Leitão; Minas do Leão; Pantano Grande; Parobé; Rio Pardo; Santa Maria; São Pedro do Sul; São Vicente do Sul; Soledade; Venâncio Aires; Vila Maria.


Cada temporal vou atualizando os dados. 

   


sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Climatologia de Santiago Rio Grande do Sul em 2025

Foto de Roque Cortes dia 27 de abril de 2025   

 Climatologia de Santiago 2025:

Temperatura máxima:
Por 97 dias marcou a partir dos 30°C.
Janeiro dia 23, calorão de 39,3°C.
Fevereiro:
Dia, 03, 40,8°C; dia 05, 40,3;C; dia 09, 40,1°C; dia 10, 40,9C.
Março:
Dia 03, 40,5°C.

Temperatura mínima:
O primeiro dia que marcou abaixo dos 5°C, foi em 31 de abril, 4,3°C.
Entre 31 de abril e 07 de setembro, que foi o último dia a marcar menos que 5°C- dia 07/09, a mínima foi, 4,7C-, no geral por 15 dias tivemos mínimas menos que 5°C. E, 97 dias a partir dos 30°C.
Inverno:
Só dois dias marcou negativa:
Junho as menores:
Dia 10, 3,3°C; dia 23, 2,6°C; ( dia 24, -0,1°C ) ; dia 25, 1,3°C; dia 30, deu 1,9°C.
Julho: Dia 1°, o dia mais gelado ano ano, -2,6°C, dia 02, 1°C; dia 03, 3,6°C.
Agosto, 4,8°C, dia 10,
Setembro dia 06, 3,7°C; dia 07, 4,7°C.

Apesar de não marcar tantos dias de frio abaixo dos 5°C, - por 12 dias marcou menos que 5°C- e aconteceu no estado cinco ondas de frio.

Chuva:
78 dias de chuva.
Principais índices:
Maio, 438,9 (mm; junho, 592,6; Setembro, 305; dezembro, 305,6.
Chuva no primeiro semestre, 1.387,7 (mm), no segundo, 1.122,4 (mm). Total: 2.521,1 (mm).
Com, 2.521,1 (mm), o ano mais chuvoso dos últimos 17, foi 2025.

A primeira quinzena mais chuvosa do ano foi maio.
Do total, 438,9 (mm), na primeira quinzena do maio choveu, 187,5 (mm). A primeira quinzena que menos choveu, julho, menos que um milímetro.

A maior "chuva diária", foi quando no dia 09 de junho em poucas horas juntou, 141 (mm). Absurdo de chuva naquele (09/06), 141 (mm).

O dia da semana que mais choveu:
14 segundas-feiras. O dia da semana que menos choveu, as sextas-feiras. Só 08 sextas-feiras.

Ajudado pelas chuvaradas no maio, junho, setembro e dezembro, 2025 foi o mais chuvoso dos últimos 17 anos.

Rajadas de vento:
Dia 06 de fevereiro não chegou na área urbana, 128 km/h; dia 12 de outubro - o únio temporal do ano- rajadas de até 99 km/h, causou estragos principalmente no interior.

Origem do vento:
Por 199 dias Santiago amanheceu com vento vindo do Sul, e 107 dias vindos do norte.
Foram 137 dias de sol - tempo totalmente aberto- céu de brigadeiro.

**Na imagem do ano a foto de Roque Cortes. Com fortes trovoadas no dia 27 de abril, choveu, 27,6 (mm).

Fonte: DefesaCivilSantiago/Inmet/Simagro

sábado, 29 de novembro de 2025

CHUVA POR ESTAÇÕES DO ANO CONFORME PERÍODO METEOROLÓGICO

 

VERÃO Meteorológico

OUTONO   Meteorológico

INVERNO  Meteorológico

PRIMAVERA  Meteorológica

Dez Jan Fev

Març Abr Mai

Jun Julh Agos

Set Out Nov

2008/ 2009: 384,5

281

307,6

966,1

2009/ 2010 : 772,2  

127

253,4

324

2010/ 2011  : 479,2

309,6

286,6

351,4

2011/ 2012: 221,0

289,3

235,4

690,6

2012/ 2013 : 614,0

245,7

341,6

431,5

2013/2014 : 445,1

526

540,6

767,8

2014/2015 :  624

413,2

412,6

847,8

2015/ 2016 : 585,8

479,2

208,6

582,2

2016/2017 : 719,2

890,4

389,6

465,6

2017/2018: 506,8

521,7

338,6

659,4

2018/ 2019: 743,0

549,3

356,4

666,8

2019/2020: 304,2

478,9

432,6

460,9

2020/2021: 475,0

391,8

356,6

281,4

2021/2022: 220,2

726,2

384,4

211,6

2022/2023: 160,2

610,8 ( 2023)

235,5

1.060,8

2023/2024: 625,4

1.026,0

 403,8

388,0

2024/2025: 200, 2

Deu 68 % menos que  23/24

631,7 (2025)

874,4

 

2025/2026:

 

 

 

 

 

 

 

Total :

 

 

 

VERÃO ASTRONÔMICO

OUTONO ASTRONÔMICO

23/03 até 20/06

INVERNO ASTRONÔMICO

PRIMAVERA ASTRONÔMICO

2008/2009

145,2 Abr Mai

292,0

892,8

2009 / 2010: 671

76,4 Abr Mai

456,2

301,7

2010/2011: 536, 8

199,6

340,2

322,3

2011/2012: 298,4

139,0

301,7

794,3

2012/ 2013: 407,6

130,5

347,7

489,2

2013/2014: 412,6

285,4

605,0

771,2

2014/2015: 582,8

228,6

488,6

936,4

2015/2016: 398

281,8

246,8

615,6

2016/2017: 981,4

679,8

398,6

372,0

2017/2018: 504,4

293,4

351,4

769,4

2018/2019: 780,0

391,6

333,2

639,2

2019/2020: 258,8

352,8

486,0

352,5

2020/2021: 3498

317,0

298,2

238,8

2021/2022: 315,0

527,2

379,0

173,6

2022/2023: 234,6

395,0

668,1

712,0

2023/2024:  546,6 *

802,0

319,6

316,6

2024/2025: 175, 2

1.018,2 Está certo

576,3

 

2025/2026:

 

 

 


Estação Meteorológica ou seja a cada três meses.

 

As maiores precipitações em Santiago RS e a Distribuição por fase do ENOS

Imagem atualizada de 20 de junho de 2026  A análise desses dados mostra que os maiores volumes de chuva ocorreram sob diferentes fases do EN...