quarta-feira, 29 de julho de 2026

Após analisar o levantamento...Em Santiago RS

 Após analisar o levantamento, é possível identificar alguns padrões bastante claros sobre os temporais em Santiago. O material reúne 57 ocorrências entre 2009 e 2026, incluindo episódios de vento, granizo, chuva intensa, alagamentos e microexplosões.

1. Outubro é, disparado, o mês mais crítico

Nenhum outro mês reúne tantos eventos severos quanto outubro. Entre eles destacam-se:

  • 2011 – rajadas de 112 km/h, mais de 100 casas destelhadas;
  • 2013 – temporal com interrupção de energia;
  • 2014 – rajadas de 108 km/h;
  • 2015 – dois grandes temporais de granizo em apenas 14 dias;
  • 2017 – rajadas de 104 km/h;
  • 2022, 2023, 2024 e 2025 também registraram temporais importantes.

Isso confirma que outubro é historicamente o mês de maior frequência de temporais severos em Santiago.

2. Primavera concentra a maior parte dos eventos

Somando setembro, outubro e novembro, observa-se a maior concentração de episódios de:

  • ventos fortes;
  • granizo;
  • destelhamentos;
  • queda de árvores;
  • interrupção no fornecimento de energia.

Essa distribuição é compatível com a climatologia do Rio Grande do Sul, quando aumenta o contraste entre massas de ar frio e quente.

3. Os ventos mais extremos

Os maiores valores registrados no levantamento foram:

  • 153 km/h – 28 de dezembro de 2013;
  • 128 km/h – 6 de fevereiro de 2025;
  • 112 km/h – 30 de setembro/1º de outubro de 2011;
  • 108 km/h – 19 de outubro de 2014;
  • 105 km/h – 15 de dezembro de 2019;
  • 104 km/h – 19 de outubro de 2017;
  • 99 km/h – 12 de outubro de 2025.

Isso mostra que Santiago já enfrentou diversos eventos com intensidade compatível com tempestades severas.

4. Granizo é muito recorrente

Há registros de granizo em praticamente todas as épocas do ano:

  • janeiro;
  • fevereiro;
  • maio;
  • julho;
  • agosto;
  • setembro;
  • outubro;
  • abril de 2026.

Em alguns casos houve poucos danos; em outros, como outubro de 2015 e outubro de 2023, os prejuízos foram expressivos.

5. Chuva intensa nem sempre veio acompanhada dos ventos mais fortes

O levantamento mostra vários casos em que:

  • ventos superiores a 100 km/h ocorreram com pouca chuva;
  • os maiores acumulados de chuva ocorreram sem rajadas extremas.

Exemplos:

  • 30/09/2011: durante a rajada de 112 km/h choveu apenas 7,4 mm;
  • dezembro de 2025: os alagamentos foram provocados por 56,2 mm, sem vento severo.

Isso indica que os mecanismos responsáveis pelos danos variam entre vento, chuva e granizo.

6. Danos mais frequentes

Os impactos mais repetidos são:

  • destelhamentos;
  • queda de árvores;
  • interrupção do fornecimento de energia;
  • distribuição de lonas pela Defesa Civil;
  • queda de postes;
  • bloqueio de rodovias;
  • danos à agricultura;
  • alagamentos urbanos.

7. Evolução recente

Percebe-se um aumento na quantidade de registros após 2020. Isso pode refletir:

  • maior ocorrência de eventos severos;
  • melhoria na documentação e no monitoramento meteorológico;
  • maior disponibilidade de estações automáticas e registros da Defesa Civil.

Conclusão

Seu banco de dados constitui um excelente histórico de tempo severo em Santiago. A principal conclusão é que:

  • Outubro é o mês mais perigoso, concentrando a maior quantidade de episódios severos.
  • A primavera (setembro a novembro) responde pela maior parte dos temporais destrutivos.
  • Rajadas acima de 100 km/h ocorreram diversas vezes desde 2009.
  • Granizo é um fenômeno recorrente em Santiago e pode ocorrer em praticamente qualquer época do ano.
  • Os impactos mais comuns são destelhamentos, queda de árvores, interrupção de energia e danos à infraestrutura, evidenciando a vulnerabilidade do município aos temporais convectivos. 

Relatório dos temporais em Santiago RS desde 2009

 JANEIRO: Janeiro de 2016 Porto Alegre teve rastro de destruição onde as rajadas de vento passaram dos 120 km/h. 

 01: Dia 15 de janeiro de 2020. Vento de 60 km/h. Causou danos na Estrutura do Teatro Serelepe. 

02: Dia 02 de janeiro de 2026: 

Granizo de forte intensidade no interior dos Municípios de Santiago, Capão do Cipó e Tupanciretã! Granizo intenso atingiu a região da divisa dos municípios de Santiago, Capão do Cipó e Tupanciretã na tarde desta sexta-feira, 02 de janeiro de 2026, na localidade da Federação no sentido do Passo da Lage. Foi por volta das 16h, causando danos em plantações. Não temos informação, até o momento, do valor do prejuízo e quais propriedades foram atingidas. 


FEVEREIRO: 

03: Dia 19 de fevereiro de 2017, com vento de até 50 km/h, chuva, 17 mm. A cidade foi atingida por granizo. Árvore caiu na pracinha de brinquedos. 


04: Fevereiro de 2017, dia 20, com vento de 39 km/h; uma só pancada de chuva, entre as 18 e 19 h, gerou 59,6 mm, isso em questão de 30 mm. Alagamentos nunca visto, aconteceram em vários bairros da cidade. 

05: Dia 22 de Fevereiro de 2017. Vento às 14 horas de até 91 km/h. Junto uma pancada de 39 (mm). Derrubou o muro da Subestação da RGE Sul, nas proximidades da Escola Thomás Fortes. Alagamentos. 

 06: Fevereiro de 2019; 81 km/h dia 11; Fevereiro 2025: dia 06 às 07 horas deu rajadas de vento de até 128 km/h. Não atingiu a região urbana. 

MARÇO: 

07: Dia 07 de março de 2022. Vento de 74 por hora. Ásvores cairam sobre uma residência. Na rua Carovi- bairro, Itú-. Bairro Nei pereira onde a ventania destelhou parte de uma casa, na rua Flores da Cunha. 


08: Dia 21: Vento de até 81 km/h. A fachada da Andrade Tênis, no Calçadão, foi arrancada pelo vento. Há várias árvores caídas em diversas ruas da cidade, tanto no Centro como em bairros. As das fotos caíram na Getúlio Vargas. A força vento derrubou também uma estrutura de ferro da parada de ônibus existente na Pracinha de Brinquedos, em frente ao PAM. Na região da Estação Ferroviária, um poste cedeu e por muito pouco não atingiu uma casa. Ninguém se feriu. O site já recebeu relatos de moradores com danos em suas casas e que estão buscando os Bombeiros e a Defesa Civil para pedir lonas. Ainda não se sabe o número de bairros com problemas. Relatos também de falta de energia elétrica por causa do tempo severo. A Brigada Militar também está auxiliando os Bombeiros e a Defesa Civil nas ocorrências em andamento, mesmo com o temporal ainda forte. Em caso de emergência acione a Defesa Civil pelo (55) 9.8428-7331, 193 dos Bombeiros ou 190 da BM. ABRIL: 


09: Abril de 2010, dia 20; até 84 km/h. 


10: Abril de 2012, dia 05, 85 km/h. Em Santiago uma casa foi parcialmente destelhada. 


11: Abril de 2015, dia 20, 72 km/h; 


12: Abril de 2017, dia 25, 78 km/h; 


13: Dia 26 de Abril de 2022: Na madrugada deu vento de até 81 km/h, e junto com o vento uma só pancada de chuva 26,2 (mm). Bairros efetados: Vila Rica e Guabiroba e no Rincão dos Vianas, onde residências tiveram casas destelhadas pelo vento. Árvores cairam em escolas. 

14: Dias 29 e 30 de Abril de 2024. 65 cidades relataram problemas , Microexplosão Terça-feira: Chuva às 00h10. Pancada forte deu 32,6. No mesmo dia: Chuva as 15h50 pancada até moderada a forte com trovoadas. Durou uns 7 minutos depois diminuiu. Muitos relâmpagos (4.379). Chuva as 21h56 forte e trovoadas até as 22h23, Chuva às 23h16. Dás 22 até as 23h. Estragos microexplosão no Varejão em Stgo, estradas bloqueadas entre Santa Maria e POA. Na cidade vento 50 por hora. MAIO: 


15: Maio de 2015, dia 23, 71 km/h; Maio de 2020- dia 12- chuvarada de 150 (mm), em 24 horas. 


16: Dia 28 de maio de 2022: Chuva as 20h37, até moderada e vento rajada de até 54km/h. 20h45 fim, Caiu Pedra, Pilão dagua- danos no telhado- e Itacurubi, Inmet soltou alerta 17,5 mm. Em 5 minutos acumulou bastante granizo. Dia 08 de maio de 2025: Queda de granizo mas em problemas. JULHO 


17: Dia 11 de Julho de 2022: Uma segunda-feira. Pancada de chuva as 05h40 e 06h51 durou 6 min. Deu 2 mm Mais 16 das 16 as 20h30. Vento de ate 72 km, total 18 mm. Queda de árvores no perímetro urbano. 126 mil clientes ficaram sem luz. 


18: Julho, de 2022, dia 11, 72 km/h. Vento Norte desde às 04 h do dia 14 de julho até a segunda e terça-feira (21). No dia 17 vento em Santiago de 73 km/h. Choveu dia 19. Nos bairros Monsenhor Assis e Lulu Genro caiu granizo pequeno. Tem foto 


19: Julho de 2027 dias 27 e 28. Granizo na Florida e alagamentos na cidade na noite de 28. A Defesa Civil (DC( de Santiago divulgou dados sobre o efeito da chuva na cidade entre a noite de segunda-feira (27) e as primeiras horas da manhã desta quarta. Entre os números apresentados por Paulo Acosta, responsável pela Defesa Civil no município estão o registro de granizo em alguns bairros, vento próximo dos 60km/h e queda de uma árvore. Não há relatos de alagamentos. Dentro da cidade a queda de uma árvore for registrada no bairro Castilhos. A mesma foi removida ainda durante a noite e o trânsito liberado no local. De acordo com Acosta, cerca de 450 clientes estão sem energia elétrica em Santiago. A falta de energia provocou interrupção no abastecimento de água, já que a mesma atingiu o sistema de bombeamento da Corsan AGOSTO 


20: Santiago dia 02 de Agosto de 2025, granizo fino de pela manhã – 3 minutos- em alguns pontos. Interior de Unistalda teve granizo. Chuva forte, deu vento em Santiago de até 64 km/h. Chuva naquele dia 23,3 mm 


SETEMBRO 

21: Setembro de 2009, dia 11, 90 km/h. 

22: Setembro de 2009, dia 27, 88 km/h. 23: Dia 30 de Setembro para o dia 1° de Outubro de 2011 (ou seja da zero hora, pra uma da madrugada do dia 1° de outubro). 

24: Setembro dia 02 (terça-feira ) de 2017. Duas tempestades consecutivas que duraram entre 12 até 15 minutos. A primeira pouco antes das 6 horas. Mais de 100 casas destelhadas. 

25: Dia 07 de Setembro de 2021. Madrugada instável, trovoadas, chuva quase nada. Às 05h50 São Vicente do Sul, vento de até 64 km/h. Às 07h15 chuva começou e deu Granizo às 07h29. Vento Até forte, rápido- às 05h25 durou uns 20 min, rajadas 43 km/h. Chuva deu 24,2 mm. Vento arrancou a cobertura da Fazendinha- Localidade do Boqueirão-. Queda de granizo mas sem danos em Santiago. 

26: Santiago dia 21 de Setembro de 2025, um domingo, granizo fino ás 03h50. Vento de 43 km/. Chuva 56 mm. Temporais de vento e granizo em outras cidades. Defesa Civil não teve chamada. Um árvore caiu na Zico Almeida. Foi retirada por Bombeiros. 

27: Dia 25 de Setembro de 2023. Ciclone em Santiago às 09 horas, vento de 79 por hora. Vento e Granizo. Casas foram destelhadas, árvores e postes caídos. 

*28: O vento chegou aos 112 km/h. A chuva no dia 30 de Setembro foi 17,8 mm. Na hora do vento de 112 km/h, deu só 7,4 (mm). Derrubou antena Don Nilton. Após o temporal, choveu ainda 32 (mm) no dia 1° de Outubro. Naquele Outubro de 2011, choveu 151, 8 mm. Não teve relatos de granizo. OUTUBRO: 


29: Outubro de 2009, dia 11; 90 km/h. 


30: Dia 30 de Setembro para o dia 1° de Outubro de 2011 (ou seja da zero hora, pra uma da madrugada do dia 1° de outubro). O vento chegou aos 112 km/h. A chuva no dia 30 de Setembro foi 17,8 mm. Na hora do vento de 112 km/h, deu só 7,4 (mm). Derrubou antena Don Nilton. Após o temporal, choveu ainda 32 (mm) no dia 1° de Outubro. Naquele Outubro de 2011, choveu 151, 8 mm. Não teve relatos de granizo. Mas deixou mais de 100 casas destelhadasou semi destelhadas. Predios avariados, arvores arrancadas, postes de energia elétrica caídos, antenas parabólicas arrancadase vários automóveis danificados. 


31: (1°) Outubro de 2013 dia 21. Às 03 horas da madrugada. Vento 54 km/h. Várias cidades momentaneamente sem Energia Elétrica. Entre elas, Santiago. Trabalhadores retiraram dinheiro do FGTS para cobrir gastos com milhares de telhados. 


 32: Outubro de 2014, dia 19 (1°) ( 2h37) vento de até 108 km/h. Em São Franciosco de Assis, mais de 400 casas destelhadas. 


33: Dia 06 de Outubro de 2022. Às 04h09 uma trovoada foi confundida com terremoto de 4,5 da escala Richter pelo Google. 


34: Dia 04 de Outubro de 2023: De dia muita umidade de tarde choveu, e de noite as 19h13, vento entre as 21 e 22 hs, exatamente as 22h40...Também, queda e granizo ontem Granizo em Unistalda *80 pessoas pegaram lona 600 metros de Lona às 08h45 de nada Chuva 13,4 mm FOI GRANIZO. 60 Km/k As pedras tinham tamanho de um ovo', diz chefe da Defesa Civil de Santiago (RS) sobre chuva de granizo que destruiu 150 casas Força-tarefa distribui lona e vai doar telhas a famílias mais carentes; balanço indica danos em três bairros do município Por 


35: Dia 07 de Outubro- uma quarta-feira de noite 20h55- de 2015, deu um temporal de granizo em Santiago. Uma granizada de até 10 minutos, resultou em: 40 mil metros de lonas distribuídas, 383 residências atingidas...Santa Maria vento de até 61 km/h. São Borja 77 km/h. Santiago o vento atingiu 69 km/h. O pior temporal de granizo da história Registrada. As pedras de granizo cairam 14 dias depois outro: 


36: Dia 21 de outubro, 2015, a chuva que não passou dos 5 mm, trouxe granizo. Mais de 100 pessoas estiveram nos bombeiros, quando as lonas se esgotaram. As aulas da rede municipal foram suspensas. Casas destelhadas nos bairros: Riachuelo, Vista Alegre, Quabiroba e Ana Bonato. Dia 21 deu 23, 2 (mm). Naquele outubro de 2015, choveu a maior quantidade já registrada de um outubro, 422,6 (mm). Jornal A folha registrou granizo dia 21 de 10 de 2015. Às 18h15 


37: Outubro de 2017, dia 1°, 72 km/h; 38: Outubro de 2017, dia 19, 104 km/h. Deu queda de árvores na BR 287. 18 cidades da região Central sofreram danos. Santiago 112 casas destelhadas. Três delas com queda de granizo. 3,5 mil metros de lona distribuído. Queda de energia elétrica e danos nas linhas telefônicas. 


38: Dia 19 de Outubro de 2017, com 39 mm de chuva de madrugada, e vento entre 01h e 03 (precisamente 02h37) da madrugada, temporal com rajadas de até 104 km/h, muitas cidades do estado, foram atingidas. Árvores da pracinha foram arrancadas. 


39: Dia 31 de Outubro de 2022: Vento constante toda noite 04h45 começou a chuva mais moderada, e ás vezes até forte, chuviscou antes. Trovoadas as 05h13, 05h22.Vento entre 46 a 52 km/h na madrugada. 05h41 a chuva calmou, 05h 45 voltou a chover, até forte. 22,8 (mm). Derrubou árvore, na João Oliveira 133. De manhã 08h . 


40: Dia 24 de Outubro de 2024: Quinta-feira: Madrugada tranquila mas a chuva começou às 07h56...Chuvarada, escureceu. Granizo em S Fco de Assis. Ventania em Cacequi, Destruiu Silos. Às 19h15 deu vento Neste dia entre as 08 e 13 horas choveu em Santiago, 55,4 (mm). Vento Su-Sudoeste de até 65 km/h. Outubro 2025: Santiago 51 temporais 


41: Na noite dos dias 05 e 06 de outubro- madrugada- Dia 05, 45 km/h; Santiago foi atingida por temporal de vento de até 59 km/h; chuva nos dois 60,8 (mm). Em Triunfo Granizo. Itaqui 12 casas destelhadas, deslizamanto de terra entre Sta Maria e Itaara. Três cidades com problemas. Jaguari destelhou uma escola. Getúlio Vargas. 


42: Dia 12 de Outubro 2025, madrugada. Queda de granizo pequeno, A media da chuva -pouca - 16 (mm), mas o Vento de 99 km/h, ocasionou queda de árvores, postes, cinco residências tingidas. Defesa Civil distribuiu 96 metros de lona, bombeiros combateram até incêndio, fios sobre estardas, na BR-287, entre Santiago e Jaguari, a PRF e moradores retiraram galhos e árvores que obstruíam a rodovia; Bombeiros atenderam ainda: Ocorrências nos bairros: Belizário, Lulu Genro. No interior 262 consumidores ficaram sem energia elétrica. Vila Branca Interior de Stgo, proximo a BR 287. NOVEMBRO: 


43: Dia 27 (2°) de Novembro de 2013, 69 km/h. No momento deu uma pancada de chuva de 33,6 (mm). Tem Filmagem no Blog do Rafael. 


44: Dia 1º de Novembro de 2016, teve apagão de Energia Elétrica. Vento de 46 km/h. Temporais em várias cidades. Dia 17 pra 18 de Novembro de 2023, Vento e chuva ocorreu oscilação na rede Elétrica. Uma linha de tranmisão foi atingida. 


45: Dia 27 (2°) de Novembro de 2013, 69 km/h. No momento deu uma pancada de chuva de 33,6 (mm). Tem Filmagem no Blog do Rafael. 


46: Dia 17 pra 18 de Novembro de 2023, Vento e chuva ocorreu oscilação na rede Elétrica. No Dia 18 de Novembro: Chuva de madrugada, vento às 03h45, até 79 por hora. Raio, 04h03 – Apagou a Luz, 03h30. 41,6 mm. 1 mm às 18h15 Total: 42,6 Um sol até apareceu tipo de tarde mas não muitas horas, talvez duas horas pouco...De tardinha até choveu 1 mm ... Dia 07 Novembro Paraná e Santa Catarina, três tornados. Santiago vento de até 34 km/h. Causa um Ciclone. Repercução internacional. Seis mortos e mais de 700 feridos. DEZEMBRO: 


47: Dezembro, de 2011, dia 11; 61 km/h. 


48: Dia 05 de Dezembro (3°) de 2013- quinta-feira- vento de até 65 km/h. Uma pancada de chuva deu 29,6 (mm). Entre às 05 e 06 horas da manhã. Mais de 100 clientes sem luz. Santiago chuva e vento. 


50: 27 de Dezembro de 2013 (4°)- Domingo- deu vento de até 70 km/h. Chuva quase nada, não deu 1 (mm). Mas teve queda de energia elétrica mas sem desligamento de rede. Aconteceu por volta das 18h30. 


51: Dia 28 de Dezembro, de 2013 (5°), Entre às 21h & 22 horas, ventania circundou a cidade com vento de até 153 km/h; atingindo parte de Jaguari. 


52: Dia 20 de Dezembro de 2014 80 km/h, às 17 horas. Vento localizado queda de árvores. Bombeiros entregaram lonas para sete famílias que tiveram danos no telhado das residências. 

53: Dezembro, dia 15 de 2019. Destelhamentos, falta de energia elétrica. Um Poste caiu no Bairro Maria Alice Gomes. Vento de 105 km/h. 

54: Dia 02 de Dezembro de 2023: Madrugada tranquila, a chuva começou às 08h49 tardinha com sol e nuvens no horizonte. 19,4 mm Sol não apareceu Entre as 9 e 10h vento de até 52 km/h. Galhos de árvores podres cairam sobre carros Perto do HGUS. 

55: Dia 18 de dezembro de 2023. Até começou com sol mas ao longo do dia foi fechando, as 15 h 30 por aí começou vento que chegou aqui com, 94,6 km/h. Sem, Luz das 17 as 02h18 do dia 19. Chuva só, 9,6 mm. Os ventos de 84,6 km/h, queda de quatro torres de energia entre S V do Sul e Jaguari. Parte do telhado da Rodoviária de Jaguari foi arrancado. 12 cidades atingidas e 50 Mil clientes sem luz. 


56: Não foi temporal de vento, mas alagamentos: Dia 31/12, de tarde 2025- quarta-feira, chuva até calma. Mas entre as 14h20 até 14h45, uma pancada de 47,5 (mm), mas como choveu antes deu 56,2 (mm). Diversos alagamentos na rua Tito Beccon, perto da Kubiça, Felix da Cunha e outros locais. 


57: Dia 06/04/2026: Antes relâmpagos e trovoadas. Era 20h19 começou a chuva. Eu estava do Centro Espírita. Veio pancada forte de chuva às 20h40 e granizo às 20h45. Granizo até moderado mas sem estragos disse a DC. Sem problemas. Mantém 56 temporais

sábado, 25 de julho de 2026

Desde o início de junho, o frio tem sido frequente. Dados de Santiago RS

Desde o início de junho, o frio tem sido frequente. 

Foram registrados 31 dias com temperatura mínima abaixo de 10°C, dos quais oito tiveram marcas inferiores a 5°C. 

As menores temperaturas no período foram:

15 de junho: 3,8°C; 

16 de junho: 3,5°C; 

20 de junho: 3,3°C; 

23 de junho: 3,6°C; 

24 de junho: 3,3°C; 

3 de julho: -1,5°C; 

4 de julho: 2,3°C; 

7 de julho: 2,1°C. 


Com a previsão de chuva para os próximos dias, o frio mais intenso tende a ficar em segundo plano. Assim, se voltarem a ocorrer temperaturas abaixo de 5°C, a tendência é que isso aconteça apenas em agosto.


Alguns pontos se destacam:

  • Persistência do frio: Em cerca de 55 dias (de 1º de junho até 25 de julho), houve 31 dias com mínima abaixo de 10°C, ou seja, em mais da metade dos dias o amanhecer foi frio.

  • Frio intenso menos frequente: Apenas oito dias registraram temperaturas inferiores a 5°C, indicando que as incursões de ar polar mais fortes foram pontuais.

  • Período mais frio: As menores temperaturas concentraram-se entre 15 e 24 de junho e 3 e 7 de julho, mostrando dois episódios marcantes de frio.

  • Menor temperatura: O destaque foi -1,5°C em 3 de julho, caracterizando uma geada forte e um dos dias mais frios do inverno até o momento.

  • Tendência para os próximos dias: 
  • A previsão de chuva e maior nebulosidade reduz o resfriamento noturno, dificultando a ocorrência de mínimas abaixo de 5°C. Para que isso volte a acontecer, será necessária a chegada de uma nova massa de ar polar acompanhada de tempo seco e céu limpo.

chance de novas temperaturas abaixo de 5°C diminui nos próximos dias e, caso ocorram novamente, a tendência é que sejam registradas em agosto, desde que uma nova incursão de ar frio alcance a região. 

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Os maiores acumulados de chuva em 24 horas já registrados em Santiago


 Os maiores acumulados de chuva em 24 horas já registrados em Santiago

Desde 2010, as estações meteorológicas do INMET e da Prefeitura de Santiago registraram diversos episódios de chuva intensa, com acumulados superiores a 80 mm em apenas 24 horas.
Esses eventos demonstram o potencial para precipitações extremas no município, especialmente durante a atuação de frentes frias, áreas de instabilidade e sistemas de baixa pressão.
Registros de chuva acima de 80 mm em 24 horas e a fase do ENOS
2010
16 de janeiro: 87,8 mm (El Niño moderado)
2012
7 de novembro: 83,7 mm (Neutralidade)
23 de novembro: 96,1 mm (Neutralidade)
2013
5 de janeiro: 94,0 mm (Neutralidade)
2014
23 de julho: 233,6 mm (Neutralidade)
30 de outubro: 88,4 mm (Neutralidade)
4 de novembro: 89,4 mm (Neutralidade)
27 de dezembro: 80,4 mm (Neutralidade)
2015
3 de maio: 84,2 mm (El Niño fraco)
8 de outubro: 148,0 mm (El Niño muito forte)
23 de dezembro: 95,0 mm (El Niño muito forte)
2016
1º de novembro: 110,0 mm (La Niña)
27 de dezembro: 81,4 mm (La Niña)
2017
13 de maio: 94,4 mm (Neutralidade)
12 de agosto: 101,1 mm (La Niña)
2018
24 de março: 117,4 mm (La Niña)
31 de outubro: 82,2 mm (El Niño fraco)
3 de novembro: 95,6 mm (El Niño fraco)
2019
8 de janeiro: 137,0 mm (El Niño fraco)
2020
12 de maio: 150,8 mm (La Niña)
2022
3 de maio: 81,4 mm (La Niña)
2023
20 de maio: 95,0 mm (Neutralidade)
3 de setembro: 87,2 mm (El Niño moderado)
4 de setembro: 94,4 mm (El Niño moderado)
13 de setembro: 89,2 mm (El Niño moderado)
3 de novembro: 82,6 mm (El Niño moderado)
22 de dezembro: 96,8 mm (El Niño moderado)
2024
24 de fevereiro: 83,2 mm (La Niña)
15 de março: 81,2 mm (La Niña)
15 de abril: 89,2 mm (La Niña)
30 de abril: 99,8 mm (Neutralidade)
1º de maio: 158,7 mm (Neutralidade)
2025
9 de maio: 106,7 mm (Neutralidade)
18 de junho: 141,0 mm (Neutralidade)
2026
7 de abril: 112,6 mm (Neutralidade)
Análise
Ao longo desse período, o maior acumulado de chuva em 24 horas ocorreu em 23 de julho de 2014, quando foram registrados 233,6 mm, durante uma fase de Neutralidade do ENOS.
Também se destacam os eventos de 158,7 mm (1º de maio de 2024), 150,8 mm (12 de maio de 2020), 148,0 mm (8 de outubro de 2015), 141,0 mm (18 de junho de 2025) e 137,0 mm (8 de janeiro de 2019), todos entre os episódios mais extremos já observados pelas estações meteorológicas do INMET e da Prefeitura de Santiago.
Os dados também mostram que eventos extremos de chuva ocorreram nas três fases do ENOS (El Niño, La Niña e Neutralidade), evidenciando que, embora o El Niño aumente a probabilidade de precipitações acima da média no Rio Grande do Sul, episódios de chuva excepcional também podem ocorrer durante períodos de La Niña e de Neutralidade, dependendo da atuação de outros sistemas meteorológicos.

terça-feira, 21 de julho de 2026

21 de julho de 1983, inverno no Hemisfério Sul foi registrada a temperatura mais baixa na superfície da Terra.

 Há 43 anos, em 21 de julho de 1983, inverno no Hemisfério Sul foi registrada a temperatura mais baixa na superfície da Terra.

Há 43 anos, em 21 de julho de 1983, durante o inverno do Hemisfério Sul, a estação de pesquisa soviética (hoje russa) Estação Vostok registrou -89,2°C (-128,6°F), a temperatura mais baixa já medida diretamente na superfície da Terra. O valor ficou cerca de 54°C abaixo da temperatura média de inverno da região.
A Estação Vostok da Rússia.
Fonte e Foto: Fundação Nacional de Ciências / Divulgação

A Estação Vostok foi estabelecida pela União Soviética para realizar pesquisas científicas, incluindo a perfuração profunda da camada de gelo antártica em busca de registros climáticos antigos. Posteriormente, cientistas franceses e norte-americanos passaram a colaborar no projeto, que levou à descoberta e ao estudo do Lago Vostok, um enorme lago subglacial oculto sob aproximadamente 4 quilômetros de gelo.
Até hoje, o registro de -89,2°C, obtido em 21 de julho de 1983, permanece como a menor temperatura do ar medida por instrumentos meteorológicos na Terra. Posteriormente, análises por satélite identificaram temperaturas de superfície ainda mais baixas em partes elevadas da Antártida, chegando perto de -98°C, mas esses valores não foram medidos diretamente por estações meteorológicas e, por isso, não substituem o recorde oficial.
A Estação Vostok da Rússia.
Fonte e Foto: Fundação Nacional de Ciências / Divulgação

segunda-feira, 20 de julho de 2026

Origem dos ventos

Conforme dados extraídos da estação meteorológica do aeroporto, tomando como referência as observações das 6 horas da manhã, no ano passado, em Santiago, 56% dos registros de vento tiveram origem no quadrante sul, enquanto 27% vieram do quadrante norte. O quadrante leste foi o menos predominante.

domingo, 19 de julho de 2026

A previsão do tempo pode errar

 A previsão do tempo pode errar porque a atmosfera é extremamente dinâmica e caótica. Mesmo com satélites, radares, estações meteorológicas e alguns dos supercomputadores mais potentes do mundo, não é possível medir perfeitamente o estado da atmosfera em todos os lugares ao mesmo tempo.

Os principais motivos são:

  • Informações incompletas: existem áreas com poucas observações, principalmente sobre oceanos e regiões remotas.

  • Pequenos erros iniciais: uma pequena diferença na temperatura, umidade ou vento pode se ampliar com o passar dos dias, alterando a previsão.

  • Fenômenos de pequena escala: temporais isolados, nevoeiros e pancadas de chuva podem surgir e desaparecer rapidamente, dificultando sua previsão exata.

  • Limitação da resolução dos modelos: cada modelo divide a atmosfera em uma grade. Fenômenos menores do que o tamanho dessa grade nem sempre são representados com precisão.

  • Interação entre diferentes sistemas: frentes frias, áreas de baixa pressão, correntes de jato, relevo e oceanos influenciam o tempo de forma complexa.

Em geral, a previsão é muito confiável para 1 a 3 dias. Entre 4 e 7 dias, a confiabilidade diminui gradualmente. Após 7 a 10 dias, a previsão passa a indicar tendências, e não exatamente o que acontecerá em um local específico.


Por isso, é comum que os modelos meteorológicos sejam atualizados várias vezes ao dia. Cada nova atualização incorpora observações mais recentes, permitindo corrigir a trajetória de frentes frias, áreas de chuva e temporais e, assim, melhorar a precisão da previsão.

Como os modelos meteorológicos são desenvolvidos

Os modelos meteorológicos são desenvolvidos por centros de pesquisa e serviços meteorológicos que utilizam supercomputadores para resolver milhões de equações da física da atmosfera. Esses modelos simulam como o tempo deverá evoluir nas próximas horas, dias e até semanas.


Os principais centros produtores de modelos são:

Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (Europa) – produz o modelo ECMWF, considerado um dos mais precisos do mundo.
National Centers for Environmental Prediction – desenvolve o modelo GFS.
Met Office – produz o modelo UKMO.
Environment and Climate Change Canada – desenvolve o modelo GEM.
Japan Meteorological Agency – produz o modelo GSM.
Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) – utiliza diversos modelos internacionais e também opera modelos regionais em parceria com outras instituições.
Como eles são feitos?

O processo começa com a coleta de uma enorme quantidade de dados da atmosfera, provenientes de:

Satélites meteorológicos;
Radares meteorológicos;
Estações meteorológicas de superfície;
Balões meteorológicos (radiossondas);
Boias oceânicas;
Navios e aeronaves;
Sensores instalados em diferentes partes do mundo.

Esses dados são enviados para supercomputadores, que realizam a chamada assimilação de dados. Nessa etapa, milhões de observações são combinadas para criar a melhor representação possível do estado atual da atmosfera.

Em seguida, o computador aplica as leis da física, como:

conservação da massa;
conservação da energia;
conservação da quantidade de movimento;
termodinâmica;
dinâmica dos fluidos.

Com base nessas equações, o modelo calcula como temperatura, pressão, umidade, vento e chuva deverão evoluir ao longo do tempo.

Por que os modelos mudam a previsão?

A atmosfera é um sistema caótico ainda desconhecida pelos seres humanos.
Pequenas diferenças nas condições iniciais podem produzir grandes mudanças alguns dias depois. Além disso:

novos dados são incorporados a cada atualização;
alguns fenômenos ainda não podem ser representados com total precisão;
modelos têm resoluções diferentes, enxergando detalhes maiores ou menores.

Por isso, é comum que a previsão seja ajustada de uma rodada para outra.

No caso do INMET, as previsões divulgadas diariamente utilizam principalmente os resultados de modelos numéricos de alta qualidade, como o ECMWF e o GFS, além de modelos regionais, sempre interpretados por meteorologistas antes da emissão dos boletins oficiais.

sábado, 18 de julho de 2026

Calor histórico quebra recordes de julho em Porto Alegre e Santiago

 Calor histórico quebra recordes de julho em Porto Alegre e Santiago

A intensa massa de ar quente que atuou sobre o Rio Grande do Sul provocou um calor excepcional para esta época do ano e fez história em diversas cidades.

Em Porto Alegre, a temperatura máxima chegou a 33,8°C nesta sexta-feira (17), estabelecendo um novo recorde absoluto para o mês de julho desde o início da série histórica do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), em 1910. O recorde anterior era de 32,9°C, registrado em 30 de julho de 1941 e repetido em 25 de julho de 1987.

Em Santiago, a situação também foi histórica. A estação meteorológica do INMET registrou 29,7°C, a maior temperatura já observada em um mês de julho desde o início da série local, em 2009. O recorde anterior era de 28,7°C, registrado em 25 de julho de 2017. A nova máxima superou a marca anterior em 1,0°C.

Outras máximas históricas registradas no Estado nesta sexta-feira (17):
Maquiné: 35,3°C
Pelotas (Fazenda Palmas): 34,8°C
Campo Bom: 34,3°C
Sapucaia do Sul: 34,3°C
Rolante: 34,0°C
Cachoeirinha: 34,0°C

Os novos recordes reforçam a intensidade do calor fora de época que atingiu o Rio Grande do Sul, com temperaturas típicas da primavera e até do verão em pleno inverno.

Agora, o cenário muda. A chegada de áreas de instabilidade volta a favorecer a ocorrência de chuva em grande parte do Estado. A previsão indica tempo instável até terça-feira (21) em algumas regiões e até quarta-feira (22) em outras, com possibilidade de temporais localizados.

**Fonte: G1/Inmet/Simagro

As temperaturas do dia 17 de julho em Santiago desde 2019

 As temperaturas do dia 17 de julho em Santiago desde 2019

  • 17/07/2019: mínima de 6,8°C; máxima de 21,2°C;
  • 17/07/2020: mínima de 19,0°C; máxima de 24,4°C;
  • 17/07/2021: mínima de 7,1°C; máxima de 16,8°C;
  • 17/07/2022: mínima de 6,8°C; máxima de 11,0°C;
  • 17/07/2023: mínima de 4,0°C; máxima de 12,1°C;
  • 17/07/2024: mínima de 9,4°C; máxima de 18,0°C;
  • 17/07/2025: mínima de 6,4°C; máxima de 8,1°C;
  • 17/07/2026: mínima de 20,1°C; máxima de 29,7°C.

O dia 17 de julho de 2026 entrou para a história meteorológica de Santiago. A temperatura mínima de 20,1°C foi a mais alta registrada para um amanhecer desde 8 de maio, encerrando um intervalo de 70 dias sem uma mínima tão elevada.

Durante a tarde, os termômetros atingiram 29,7°C, estabelecendo um novo recorde de temperatura máxima para um mês de julho na série histórica das estações meteorológicas. Foi um contraste impressionante em relação aos anos anteriores, quando as máximas do mesmo dia variaram entre 8,1°C (2025) e 24,4°C (2020).

A amplitude desse aquecimento reforça o caráter excepcional da massa de ar quente que atuou sobre o Rio Grande do Sul, proporcionando um dos dias de julho mais quentes já observados em Santiago.


Fonte: DefesaCivilSantiago/Inmet

sábado, 11 de julho de 2026

As quinzenas mais e menos chuvosas em Santiago RS :

As quinzenas mais chuvosas:

  • Setembro de 2009: 150,0 mm
  • Novembro de 2009: 288,8 mm
  • Janeiro de 2010: 215,8 mm
  • Setembro de 2010: 165,0 mm
  • Janeiro de 2013: 173,2 mm
  • Outubro de 2014: 195,0 mm
  • Janeiro de 2015: 157,2 mm
  • Outubro de 2015: 342,0 mm
  • Novembro de 2015: 222,8 mm
  • Novembro de 2016: 176,6 mm
  • Março de 2017: 162,2 mm
  • Agosto de 2017: 167,0 mm
  • Janeiro de 2019: 257,0 mm
  • Outubro de 2019: 162,0 mm
  • Maio de 2020: 196,2 mm
  • Maio de 2023: 287,8 mm
  • Setembro de 2023: 395,4 mm
  • Novembro de 2023: 181,4 mm
  • Abril de 2024: 255,0 mm
  • Maio de 2024: 274,1 mm
  • Maio de 2025: 187,5 mm
  • Abril de 2026: 204,9 mm

 

As quinzenas menos chuvosas:

  • Março de 2010: 1,2 mm
  • Abril de 2010: 1,0 mm
  • Maio de 2010: 1,4 mm
  • Setembro de 2011: 3,0 mm
  • Dezembro de 2011: 4,0 mm
  • Novembro de 2012: 1,2 mm
  • Junho de 2013: 0,4 mm
  • Junho de 2016: 0,4 mm
  • Julho de 2017: 1,2 mm
  • Fevereiro de 2018: 4,8 mm
  • Julho de 2018: 1,2 mm
  • Agosto de 2018: 1,0 mm
  • Julho de 2019: 4,8 mm
  • Março de 2020: 0,0 mm
  • Outubro de 2020: 3,0 mm
  • Novembro de 2020: 0,0 mm
  • Março de 2021: 4,6 mm
  • Agosto de 2021: 3,8 mm
  • Fevereiro de 2022: 5,0 mm
  • Julho de 2026: 2,4 mm
Fonte: Inmet/DefesaCivil RS 

 


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