terça-feira, 10 de julho de 2018

Motorista de transporte escolar é afastado por denúncia de assédio

Os Desembargadores da 8ª Câmara Cível do TJRS, por unanimidade, confirmaram a sentença que afastou um motorista de transporte escolar. O motivo foram denúncias de que agia de forma inconveniente, constrangendo crianças e adolescentes no trajeto entre a casa e a escola. Um comportamento que pode se enquadrar como assédio sexual.

Caso

O Ministério Público ajuizou ação civil pública contra o Município de Catuípe para afastar o réu da função de motorista de transporte escolar e remanejá-lo para outra função.

1º Grau

A Juíza de Direito da Vara Judicial da Comarca de Catuípe, Rosmeri Oesterreich Krüger, baseou-se nos depoimentos das alunas. Uma das meninas teria afirmado que o motorista passava a mão na sua perna e havia pedido para falar com ela em particular. Segundo os relatos, o réu dava batidinhas nas nádegas de uma das meninas. Na sentença, a julgadora determinou que o motorista fosse afastado da função de motorista de transporte escolar e remanejado para outra atividade que não tivesse contato com crianças e adolescentes, sob pena de multa.

O Município contestou a acusação e disse serem inverídicos os relatos da adolescente ouvida pelo Ministério Público. Porém, mudou o motorista de itinerário e depois transferiu o servidor para outra Secretaria.
O caso foi encaminhado ao Tribunal de Justiça em razão do reexame necessário.

Tribunal de Justiça

O relator do processo no Tribunal de Justiça, Desembargador José Antônio Daltoé Cezar, afirmou que a prova juntada nos autos deixou evidente a necessidade de afastamento do servidor da função de motorista de transporte escolar, já que demonstrada a inadequação da sua conduta lasciva em relação às adolescentes, passageiras do transporte público. Com isso, o ato de relotação do servidor restou motivado, com o que não se pode omitir a autoridade.

Dessa forma, foi mantida a decisão de 1º Grau, que condenou o Município de Catuípe a realocar o servidor para outra função, retirando-o, de forma definitiva, do serviço de transporte escolar municipal.

Os Desembargadores Rui Portanova e Ricardo Moreira Lins Pastl acompanharam o voto do relator.

O processo tramita em segredo de justiça por envolver crianças e adolescentes.
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EXPEDIENTETexto: Patrícia Cavalheiro
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br
 

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Novas regras do cheque especial entraram em vigor neste domingo

Uma das principais medidas que entram em vigor é a oferta automática de parcelamento mais barato para consumidores que usaram mais de 15% do limite disponível por 30 dias consecutivos. 


A partir deste domingo (1º), entraram em vigor as novas regras para uso cheque especial. As medidas, elaboradas pelo conselho de autorregulação da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), determinam a oferta de alternativas para o pagamento do saldo devedor com juros menores e condições mais vantajosas, além de ampliar a transparência e o detalhamento de informações sobre o uso desse tipo de crédito. O cheque especial é uma modalidade de crédito rotativo, vinculada diretamente à conta-corrente do usuário, sem necessidade de garantia.


Os bancos orientam que o serviço seja usado somente em situações excepcionais e por pouco tempo, já que os juros cobrados são, de longe, os mais altos da economia. Em maio, segundo o Banco Central (BC), a taxa média de juros do cheque especial chegou a 311,9% ao ano. É quase 48 vezes maior do que a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano e que serve de referência as demais taxas praticadas no mercado. 



Mudanças

Uma das principais medidas que entram em vigor é a oferta automática de parcelamento mais barato para consumidores que usaram mais de 15% do limite disponível por 30 dias consecutivos. A oferta será feita nos canais de relacionamento e o cliente decide se adere à proposta. Caso não aceite, um novo contato deverá ser feito a cada 30 dias. 

Caso o consumidor opte pelo parcelamento do saldo devedor, os bancos poderão manter os limites de crédito contratados, levando em consideração as condições de crédito do cliente, ou estabelecer novas condições para a utilização e o pagamento do valor correspondente ao limite ainda não utilizado e que não tenha sido objeto do parcelamento, informou a Febraban. 

Os bancos também vão usar os canais de relacionamento com o cliente, como internet e telefone, para alertar o consumidor toda vez que ele entrar no cheque especial. No alerta, os bancos deverão informar que esse crédito deve ser utilizado em situações emergenciais e temporárias. 

Agora, nos extratos bancários dos clientes, o saldo em conta será informado de forma separada do saldo e do limite do cheque especial, para que o usuário do serviço não confunda o valor do crédito como sendo saldo positivo da própria conta. 

Pelas novas regras, as instituições financeiras terão sempre disponíveis ao consumidor uma alternativa mais barata para parcelamento do saldo devedor do cheque especial. 

As mudanças no cheque especial, tomada por iniciativa dos próprios bancos, ocorre exatamente um mês depois da entrada em vigor da resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que limitou e padronizou a cobrança de taxa de juros do rotativo cartão de crédito, que também é uma das mais altas do mercado. 


Números

O cheque especial representa apenas 1,4% de todas as operações de crédito a pessoas físicas no país, com saldo emprestado de R$ 24,3 bilhões em maio. É uma modalidade mais cara e menos usada que outras opções de crédito. O saldo das operações com crédito consignado, no mês passado, atingiu R$ 321,4 bilhões, com taxas de 25,4% ao ano, ou 1,90% ao mês. Os financiamentos imobiliários para pessoas físicas totalizaram R$ 573,3 bilhões em maio, com taxas de 8% ao ano (0,64% ao mês). 

Dos 155,8 milhões de clientes ativos do setor bancário em maio deste ano, 25 milhões usavam cheque especial, segundo a Febraban. Desses 25 milhões de clientes, cerca de 4 milhões se enquadrariam nas novas regras do cheque especial, pelos cálculos da federação. Eles representam 16% do total de pessoas que utilizam essa modalidade de crédito e 2,6% do total de clientes ativos do setor bancário.


domingo, 8 de julho de 2018

Ciclomotor elétrica precisa de CNH- Não caia no Erro

Cetran/RS lança resolução para regulamentar ciclomotores

Cetran/RS lança resolução para regulamentar ciclomotores
Pleno do Cetran definiu normativa - Foto: Arquivo Detran/RS
O Conselho Estadual de Trânsito (Cetran/RS) publicou nesta quarta-feira (18), no Diário Oficial do Estado, a Resolução 96/2015, que define os critérios para registro e licenciamento de ciclomotores e os requisitos para sua condução, identificação e circulação nas vias públicas, regulamentando a questão no âmbito do RS.
O instrumento vem pacificar um tema bastante controverso, em que há por um lado a preocupação das autoridades de trânsito pela segurança dos usuários, comumente jovens, e por outro o interesse econômico do mercado de ciclomotores.
A Resolução também foca nos equipamentos obrigatórios a serem exigidos, os quais somente poderão ser registrados na categoria “particular”.
PERGUNTAS E RESPOSTAS
É preciso CNH para dirigir ciclomotores?
É obrigatório portar ACC (Autorização para Conduzir Ciclomotores (ACC) ou CNH categoria A).
A prática de direção segue o previsto para outros veículos de duas rodas na Resolução do Contran 168 de 2004, e exige que a marca do ciclomotor seja homologada pelo Denatran (disponíveis no site www.detran.rs.gov.br). Os valores dos serviços de trânsito, bem como valores de hora-aula, locação de veículo e outras atividades prestadas pelos CFCs na formação do condutor de ciclomotor são os mesmos praticados para a habilitação de condutor na categoria A.
Como fazer o primeiro emplacamento?
O passo-a-passo é o seguinte:
1.     Vá a um CRVA e apresente o Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica (DANFE) fornecida pelo fabricante ou revendedor, original e cópia do RG, CPF e do comprovante de residência, comprovante de inscrição no CNPJ obtido no site da SRF via internet e cópia do ato constitutivo, se pessoa jurídica.
2.      Realize a vistoria de identificação, apresentando o veículo com todos os equipamentos obrigatórios: espelhos retrovisores de ambos os lados, luz de freio, farol dianteiro de cor branca ou amarela, lanterna de cor vermelha na parte traseira, velocímetro, buzina, pneus em condições de segurança e dispositivo destinado ao controle de ruído do motor.
3.     Faça o pagamento no Banrisul, Bradesco, Banco do Brasil (somente correntistas), Itaú ou Sicredi com a guia (GAD-E) emitida pela Internet ou fornecida pelo CRVA, referente à Taxa de Vistoria de Identificação. IPVA, seguro obrigatório (DPVAT) e licenciamento (Expedição do CRV/CRLV) também devem ser pagos nos mesmos bancos.
4.      Aguarde a chegada de seu documento (CRV/CRLV) pelo Correio, lembrando que o pagamento com cheque (apenas Banrisul) implica no aguardo do prazo bancário de compensação.
Esses veículos estão sendo registrados no Detran/RS?
Sim, desde que tenham código marca/modelo homologado pelo Denatran.
O que a legislação está exigindo?
O previsto no Código de Trânsito Brasileiro em seu artigo 54: “Os condutores de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão circular nas vias: utilizando capacete de segurança, com viseira ou óculos protetores; segurando o guidom com as duas mãos; usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do Contran”.
E quem vai na carona?
O artigo 55 do CTB diz que os passageiros de motocicletas, motonetas e ciclomotores só poderão ser transportados utilizando capacete de segurança; em carro lateral acoplado aos veículos ou em assento suplementar atrás do condutor; usando vestuário de proteção, de acordo com as especificações do Contran.
Por onde o ciclomotor pode circular?       
Segundo o artigo 57, os ciclomotores devem ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito da pista, quando não houver acostamento ou faixa própria a eles destinada. Está proibida a sua circulação nas vias de trânsito rápido e sobre as calçadas das vias urbanas. Quando uma via comportar duas ou mais faixas de trânsito e a da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente à da direita.

A Resolução Contran 315-2009, considera ciclomotor veículo de duas ou três rodas, provido de motor de propulsãocom potência máxima de quatro quilowatts, dotados ou não de pedais acionados pelo condutor, cujo peso máximo, incluindo condutor, passageiro e carga, não exceda 140 kg e cuja velocidade máxima declarada pelo fabricante não ultrapasse 50 km/h (cinquenta quilômetros por hora).
A Resolução Contran 465-2013 veio excluir desta definição equipamentos de mobilidade individual autopropelidos, sendo permitida sua circulação somente em áreas de circulação de pedestres, ciclovias e ciclo faixas. Eles não podem exceder 6 km/h em áreas de circulação de pedestres ou 20 km/h em ciclovias e ciclo faixas; devem ter  indicador de velocidade, campainha e sinalização noturna, dianteira, traseira e lateral, incorporados ao equipamento; suas dimensões de largura e comprimento devem ser iguais ou inferiores às de uma cadeira de rodas.
Clique aqui para ler a Resolução 96/2015 na íntegra.
 Fonte: http://www.detran.rs.gov.br

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Fiador que possui um Imóvel não pode ser penhorado

Raramente se vê um imóvel ser alugado sem o fiador, que serve digamos de salvaguarda caso o locatário não pague o aluguel de uma residencia ou um imóvel Comercial. Tem casos onde o proprietário autoriza a imobiliária a não apresentação do fiador ao futuro locador, mas isso é uma tratativa entre o dono e o locador, eximindo a imobiliária de qualquer responsabilidade, caso o dono não receba o aluguel.

E falando em Fiador, na terça-feira dia 12, a primeira turma do STF decidiu, que embora o fiador tenha um imóvel este bem não pode ser penhorado, coisa que acontecia e muito, quando o fiador era cobrado e não pagava o aluguel descumprindo a clausula  onde dizia ser ele, que pagaria caso quem alugasse não pudesse .

A briga que ocasionou essa decisão do STF é do ano 2002, onde um Fiador alegava ser nula a arrematação de sua casa  em um leilão, sendo que ele só tinha aquele imóvel.

Segundo o recorrente, o imóvel seria impenhorável por ser sua única propriedade, sendo ele o responsável pelo sustento da família. Assim, alegou que, na hipótese, cabe a proteção do direito fundamental e social à moradia.
O julgamento teve início em outubro de 2014, quando o ministro Dias Toffoli (relator) – então componente da Primeira Turma – votou pelo desprovimento do RE, entendendo que a penhorabilidade do bem de família é possível tanto na locação residencial como na comercial> na ocasião, o julgamento foi suspenso pelo pedido de vista do ministro Luís Roberto Barroso. Nesta terça-feira (12), ele apresentou voto acompanhando o relator. De acordo com Barroso, o Supremo tem entendimento pacífico sobre a constitucionalidade da penhora do bem de família do fiador por débitos decorrentes do contrato de locação residencial.
Para o ministro, a lógica do precedente é válida também para os contratos de locação comercial na medida em que, embora não envolva direito à moradia dos locatários, compreende o seu direito à livre iniciativa que também tem fundamento constitucional. Segundo ele, a possibilidade de penhora do bem de família do fiador que, voluntariamente oferece seu patrimônio como garantia do débito, impulsiona o empreendedorismo ao viabilizar a celebração de contratos de locação empresarial em termos mais favoráveis.
No entanto, a ministra Rosa Weber abriu divergência ao acolher o parecer do Ministério Público Federal (MPF), que se manifestou pelo provimento do recurso extraordinário, entendimento seguido pela maioria dos ministros. A ministra fez considerações no sentido de que não se pode penhorar o bem de família na locação comercial.
Do mesmo modo votou o ministro Marco Aurélio, segundo o qual deve haver manifestação de vontade do fiador na locação residencial ou comercial, acrescentando que, quanto à impenhorabilidade, a lei não distingue o tipo de locação. Para ele, não se pode potencializar a livre iniciativa em detrimento de um direito fundamental que é o direito à moradia, tendo em vista que o afastamento da penhora visa a beneficiar a família. Também votou com a divergência o ministro Luiz Fux, no sentido da impenhorabilidade.
Fonte:Assessoria de Imprensa do SFT.  

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Bancos em horário especial nesta Sexta Feira

Enquanto a seleção brasileira estiver no páreo, os bancos funcionam em horário especial, é o que irá acontecer nesta sexta-feira, 6 de julho, devido ao jogo da seleção brasileira de futebol pelas quartas de final.  

O jogo será às 15h mas o expediente bancário será das 9h às 13h.

O mesmo deve acontecer na terça-feira, 10, caso o Brasil se classifique para as semifinais do campeonato.

Os clientes devem ficar atentos, pois a mudança no expediente não interfere no vencimento das contas e outras obrigações que exigem o uso do sistema bancário. 

Contratação de 949 servidores para a segurança pública

O governo do Rio Grande do Sul confirmou, na manhã desta quinta-feira (5), a contratação de 949 servidores para a segurança pública. Em junho, foi anunciado inicialmente o chamamento de 1.804 agentes, mas somente a metade das vagas foi preenchida. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) alega que houve baixa procura para parte dos órgãos e outra parte dos candidatos não foi aprovada. 
A Brigada Militar foi a instituição que mais teve vagas preenchidas. Ao todo, somando servidores egressos das Forças Armadas e reservistas que voltarão à ativa, são 769. Ainda há 134 para o Corpo de Bombeiros, 31 servidores para a Polícia Civil, 11 para o Instituto-Geral de Perícias (IGP) e quatro para a Susepe. 
O anúncio foi feito pelo governador José Ivo Sartori em seu Twitter. Segundo ele, a contratação gera menos custo para o Estado. Ele garante que os "servidores atuarão em funções administrativas, patrulha escolar, guarda externa de presídios, guarda de prédios públicos, videomonitoramento, entre outros, permitindo que os ativos atuem na atividade-fim, combatendo o crime".
A expectativa da SSP é de que os servidores comecem a trabalhar na terceira semana de julho. Os agentes terão contratos temporários de dois anos, renováveis pelo mesmo período. Não foi informado o número de servidores que será destinado aos municípios, pois cada órgão irá avaliar a necessidade das regiões. 
A ação faz parte do pacote da segurança pública aprovado em janeiro pela Assembleia Legislativa

Fonte: https://gauchazh.clicrbs.com.br

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Reclamação atendida

Após varias reclamações via facebook  onde uma caminhonete caiu num buraco na Rua Bento Gonçalves em direção bairro centro - próximo ao Hospital Militar- a prefeitura já começou a manutenção. Uns atribuem o buraco à prefeitura outros à Corsan. Passo ali frequentemente e o que houve foi a cedência do terreno pelo peso do veículo.  Ainda bem que agora, o problema esta para ser resolvido. 

Devemos sim reclamar, quando vemos um direito nosso ser negado.           

Música: Messi Tchau - La Casa de Papel (Copa do Mundo 2018)

terça-feira, 3 de julho de 2018

Santiago possui acompanhamento da frequência escolar acima da média nacional.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda que beneficia famílias extremamente pobres (com renda mensal de até R$ 85,00 por pessoa) ou pobres (com renda mensal de R$ 85,01 a R$ 170,00 por pessoa), identificadas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. 

De acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal,  hoje em Santiago, há 1.440 famílias beneficiárias do Bolsa Família. Essas famílias equivalem, aproximadamente, a 6,11% da população total do município, e inclui 159 famílias que, sem o programa, estariam em condição de extrema pobreza. 

No mês de maio de 2018 foram transferidos R$ 158.269,00 às famílias do Programa e o benefício médio repassado foi de R$ 109,91 por família. 

Conforme estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), fundação pública federal vinculada ao Ministério do Planejamento, a cada R$ 1,00 transferido às famílias do programa, o Produto Interno Bruto (PIB) municipal teve um acréscimo de R$ 1,78. 

A cobertura do programa é de 56,43% em relação à estimativa de famílias pobres no município. 

O município está abaixo da meta de atendimento do programa. O foco da gestão municipal deve ser na realização de ações de Busca Ativa para localizar famílias que estão no perfil do programa e ainda não foram cadastradas. 

Anualmente acontece uma Revisão Cadastral onde são convocadas famílias que estão sem atualizar o cadastro há mais de 24 meses. 

Em Santiago das 959 famílias convocadas no ano de 2017, 278- 28%  ainda não atualizaram o cadastro e podem ter o benefício cancelado caso não cumpram o prazo para a atualização.

Na Averiguação Cadastral, são convocadas as famílias identificadas com informações divergentes entre o Cadastro Único e outras bases de dados do governo federal. 

O pagamento do Bolsa Família é operado pela instituição financeira Caixa Econômica Federal (CAIXA), que é responsável pela emissão e entrega dos cartões e pelo atendimento aos beneficiários em seus canais de pagamento: agências, correspondentes lotéricos e correspondentes CAIXA. 

Santiago possui, atualmente, 9 canais de pagamento. 
Confira o histórico de valores repassados às famílias beneficiárias do PBF no seu município nos últimos 12 meses. 
Quando uma família entra no programa, ela e o poder público assumem compromissos para garantir o acesso de suas crianças e adolescentes à saúde e à educação. Esses compromissos são conhecidos como condicionalidades:  São condições para receber o auxílio:  Crianças menores de 7 anos devem ser vacinadas e ter acompanhamento de peso e altura; • gestantes precisam fazer o pré-natal; • crianças e adolescentes de 6 a 15 anos devem ter frequência escolar mínima de 85% a cada mês; e • jovens de 16 e 17 anos devem ter frequência escolar mínima de 75% das aulas a cada mês. 

Em Santiago, 1.525 crianças e jovens de 6 a 17 anos do Bolsa Família precisavam ter a frequência escolar acompanhada no último bimestre. Dessas, foram acompanhadas 1.492. Portanto, 97,84% das crianças e jovens de 6 a 17 anos do Bolsa Família tiveram a informação de frequência escolar registrada nesse período. 

A média nacional é de 91,07% de acompanhamento na educação. O município possui, portanto, um acompanhamento da frequência escolar muito bom, acima da média nacional. No entanto, é fundamental que a Gestão Municipal do PBF continue procurando identificar os beneficiários que estejam sem informação ou com informação desatualizada sobre a escola em que estudam (“não localizados”), realizando ações de orientações às famílias para que informem nas secretarias escolares quando suas crianças e jovens forem beneficiários do PBF e para que atualizem o Cadastro Único quando eles mudarem de escola, ou ainda realizando a busca ativa de beneficiários que estejam fora da escola. 

Também é importante tentar identificar e registrar adequadamente os motivos que levam os alunos com baixa frequência a descumprirem a condicionalidade. A identificação desses motivos deve servir de base para a articulação intersetorial entre educação, assistência social e saúde para que atuem de forma integrada na superação de eventuais vulnerabilidades enfrentadas pelas famílias. 

Saúde Na área da Saúde, 1.286 famílias foram acompanhadas no último semestre. As famílias que devem ser acompanhadas na saúde são aquelas que possuem crianças de até 7 anos e/ou mulheres gestantes. O município conseguiu acompanhar 1.226 famílias, o que corresponde a um  acompanhamento de 95,33%. A média nacional de acompanhamento na saúde é de 72,76%. Assim, o município possui um acompanhamento da agenda de saúde muito bom, acima da média nacional. Para manter esse desempenho, a equipe da gestão municipal do PBF pode realizar ações de orientações às famílias para que informem que são beneficiárias do PBF quando forem atendidas na rede de saúde e para que atualizem o Cadastro Único quando mudarem de endereço; e planejar ações periódicas de busca ativa de famílias não acompanhadas pela saúde. 

As famílias que descumprem as condicionalidades podem sofrer efeitos gradativos, que variam desde uma advertência, passando pelo bloqueio e suspensão do benefício quando o descumprimento é reiterado, até seu cancelamento em casos específicos. Esses efeitos são considerados sinalizadores de possíveis vulnerabilidades das famílias, pois demonstram que elas não estão exercendo seus direitos sociais básicos à saúde e à educação, determinando a priorização dessas famílias no Acompanhamento Familiar realizado pelas equipes da Assistência Social no município. 

O município apresenta 23 família(s) em fase de suspensão no período acompanhado (setembro de 2017). Dessa(s), 15 família(s) apresenta(m) registro de Acompanhamento Familiar no Sistema de Condicionalidades do PBF (Sicon). Esse registro é necessário para que esta(s) família(s) não deixe(m) de receber os recursos do Bolsa Família, se for o caso. 

O governo federal utiliza os dados do Cadastro Único para conceder benefícios de programas sociais, como: Tarifa Social de Energia Elétrica, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Programa Bolsa Família, entre outros. Todos os municípios brasileiros já operam o Cadastro Único. Os dados do Cadastro Único também podem ser utilizados para o planejamento das ações e para a seleção de beneficiários dos programas sociais geridos pelo município.

Santiago já vem realizando as atividades de cadastramento e possui: 4.678 famílias inseridas no Cadastro Único; Município: SANTIAGO / RS 
 A Taxa de Atualização Cadastral (TAC) do município é de 78,47%, enquanto que a média nacional encontra-se em 73,16%. A TAC é calculada dividindo o número de famílias cadastradas com renda mensal per capita de até ½ salário mínimo com cadastro atualizado pelo total de famílias cadastradas com renda mensal per capita de até ½ salário mínimo, multiplicado por cem. 



Dentre todas as famílias que podem ser incluídas no Cadastro Único, são prioritárias para receberem o Bolsa Família,  aquelas que possuem renda familiar de até ½ salário mínimo por pessoa. Isso significa que o cadastro no seu município está bem focalizado e atualizado, ou seja, a maioria das famílias cadastradas pertence ao público alvo.

**Fonte:https://bolsafamilia.biz/lista-de-beneficiarios-do-bolsa-familia-por-cidade/

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Aumento das passagens à Santa Maria e Porto Alegre

E o  DAER do Rio Grande do Sul, autorizou a partir deste domingo- 01/07 o aumento das passagens de ônibus rodoviários intermunicipais. A passagem de Santiago à Santa Maria- Expresso São Pedro, que custava R$ 48,10  foi para R$ 53,10, e o conhecido pinga pinga foi para R$ 45,50; isso da um aumento de 10.40%.
Já as passagens  de Santiago à Porto Alegre foram: Convencional R$ 146,00 Executiva R$ 189, 00 e Leito R$ 241, 00, dando um aumento de 8,96%. E não terminou por ai, em Dezembro haverá outro aumento.  
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Em nota do Governo do Estado, disse que a ideia de parcelar o aumento- Julho e Dezembro- surgiu nesta semana durante reunião do Conselho de Tráfego do Departamento.