terça-feira, 13 de novembro de 2018

Temporais pela Região

Já chove em Livramento desde às 06h00.  Até às 12h28 deu cerca de 50 mm. Muitos trovoadas e tempo fechado como mostra o mapa. 

Probabilidades de Temporais em Santiago, somente apos às 20hs desta terça.

Chuva de verão sempre tem possibilidades de ventos e granizos. 

Fica com probabilidade de Temporais até as 3h00 da madrugada de quarta, depois para um pouco e as 07h00 da manhã volta a possibilidade de temporal. 13h00 de quarta já começa a limpar. 


Isso tudo é "Previsão", estes mapas variam muito, como Santiago tem 406 Mts acima da linha do mar, a altura pode minimizar os temporais. O mapa americano mostra Temporal que começa às 20h00. 


quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Chuva de Terça Feira- 29/10

Em Santiago choveu 81,8 mm, As rajadas de vento da meia noite alcançaram 36 km/h. 

O mapa mostra ainda muita nebulosidade por tudo o RS. Granizo chuva e vento forte ainda não esta descartado pela Região.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

RS pode ter temporais no Final de Semana

RS pode ter temporais na sexta e ciclone com ventos de 100 km/h no sábado
Precipitações afetam todo o Estado e devem ganhar intensidade a partir da tarde de hoje

Na sexta-feira (26) a chuva afeta todo o Rio Grande do Sul. As precipitações mais fortes iniciam a partir da tarde e persistem durante a noite no noroeste gaúcho, com o risco para temporais. Na metade leste, o tempo fica nublado com chuva a qualquer hora.

As temperaturas seguem baixas, justamente por causa do tempo mais fechado. Os ventos ficam intensos, com rajadas acima de 60 km/h no litoral entre Rio Grande do Sul e Santa Catarina no fim do dia. O mar fica agitado por todo o litoral a partir da noite.

Durante o sábado (27), os ventos ganham intensidade e um ciclone extratropical se forma na costa do Rio Grande do Sul. Isso ocorre devido ao sistema de baixa pressão que estava sobre o Paraguai na semana e se desloca para a costa, originando o ciclone. 

O sistema afastado na costa favorece a formação de rajadas de vento até 100 km/h sobre a maior parte do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, principalmente na faixa leste dos estados. De acordo com a Somar Meteorologia, há possibilidade de transtornos como queda de árvores, destelhamentos e até possível queda de energia. Em Porto Alegre, as rajadas podem chegar a 80km/h.
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**Em Santiago às 07 hs da manhã marcou a mínima de hoje,  que ficou nos 16.9 C º. A máxima será nos 26 Cº. Durante o dia, poderá ter pancadas de chuvas na região gerando descargas elétricas. Às 08h20 estava 18Cº e a umidade do ar 85%.

quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Bem menos ou nada

Nos últimos 4 anos a Segurança Pública principalmente Brigada, isso de Sd a Tenente,  teve 100% de aumento nos salários.  

Nos próximos 4 anos sem perspectiva, e estes aumentos foi no Governo Petista do Tarso Genro. 

Tarso sempre teve bons olhos pra Segurança Pública. A Policia Federal  nunca ganhou tão bem quanto na época que Tarso estava no Governo do PT.  

Quem se queixa de Salários na Brigada hoje, que espere os quatro anos que virão, que vai ver o que é bom pra tosse. 

Dias piores virão, seja para os Servidores do Estado como os da Federal. Se você ganhou aumento salarial nestes quatro anos passados, se contente nos 4 vindouros, será bem menos, ou nada.  

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Melhores que os outros

Vez e outra recebo pelo Whats e até no facebook tem, Fotos com piadas de pessoas gordas ou magras, com negros e brancos desdentados. Caçoar dos outros pelo que Eles São Não nos torna Melhores que eles. A essência Precede a Existência. As pessoas são o que são, e deu.

Potencial catastrófico.



Imagem atual- 11h29 -23 Outubro-do furacão Willa que está na costa oeste do México. Ventos com 260 km/h.Potencial catastrófico.

domingo, 21 de outubro de 2018

Morrer é uma das coisas mais lindas da vida.

Outro dia conversamos sobre Morte, sobre o Morrer. Muitos detestam sequer tocar neste assunto, mas creio que não deveriam. 

Falar sobre a morte deveria ser como se fala sobre o nascer, até porque Morrer faz Parte da Vida, morrer é parte intrínseca da Vida. 

Falem sobre a Morte pois quando ela vier, tiver próxima de nós ou através dum parente terminal, nos ajudará e muito a enfrentarmos o inevitável. Morrer é uma das coisas mais lindas da vida.

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

IMPLICAÇÕES A ADESÃO AO REGIME DE RECUPERAÇÃO FISCAL DOS ESTADOS


Opinião: Implicações a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal dos Estados
Talvez o assunto mais em voga neste momento de decisão eleitoral no Rio Grande do Sul seja a adesão ao Regime de Recuperação Fiscal (RRF) proposto pelo Governo Federal aos Estados em dificuldades financeiras.

Esta adesão foi regulamentada em âmbito federal através da LC (Lei Complementar)  n° 159, de 19 de maio de 2017.

O primeiro ponto a destacar é a abrangência desta LC, onde em seu Art. 1, §3°, registra que possui abrangência sobre o Poder Executivo, o Poder Legislativo, o Poder Judiciário, os Tribunais de Contas, o Ministério Público, a Defensoria Pública, a administração pública direta e indireta dos referidos dos estados aderentes e os fundos a eles destinados. Assim não restam dúvidas que a adesão ao RRF implica diretamente na vida de todos gaúchos e gaúchas pois afeta o serviço público num todo.

Em seu Art. 2º, registrasse que o Plano de Recuperação Fiscal será formado por lei ou conjunto de leis que deverão (OBRIGAÇÃO) implementar, entre outras, as seguintes medidas:

I - a autorização de privatização de empresas dos setores financeiro (BANRISUL), de energia (CEEE), de saneamento (CORSAN) e outros com vistas à utilização dos recursos para quitação de dívidas;
II - a revisão do regime jurídico único dos servidores estaduais da administração pública direta, autárquica e fundacional para suprimir benefícios ou vantagens não previstos no regime jurídico único dos servidores públicos da União;

O prazo do Plano de Recuperação será de 36 (trinta e seis) meses, admitida 1 (uma) prorrogação.
Outro ponto relevante para que o Estado possa ser aceito no RRF é a obrigação de que renuncie a direito em que se funda a ação judicial que discuta a dívida. Lembramos inicialmente que em 1996 foi promulgada a Lei Kandir onde as dívidas públicas estaduais foram reorganizadas e federalizados. Os Estados passaram a dever para a União, e o reajuste da dívida passou a ser o IGPDI + 6% de juros anuais.

No decorrer dos anos esse índice passou a ser exorbitante para os estados que passaram a ter dificuldades no pagamento da dívida. O RS devia R$ 9 bilhões, pagou R$ 25 bilhões e deve em valores de 2017, R$ 55 bilhões. Isso ocorreu devido ao índice de correção aplicado e devido a cobrança de juros sobre juros. Concomitantemente, na mesma Lei Kandir, o Governo Federal fez um acordo com os estados para que deixassem de cobrar ICMS nas exportações de produtos primários e semielaborados. Em contrapartida, o governo federal criaria um fundo para indenizar os estados exportadores pela imunidade tributária concedida (isenções) o que não ocorreu até hoje. Face a omissão do Governo Federal, estados como Minas Gerais e Rio Grande do Sul ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) de Ação Direta de Inconstitucionalidade por Omissão (ADO) a qual em 2016, teve seu julgamento concluso sendo julgada procedente, fixando o prazo de 12 meses para que o Congresso Nacional editasse lei complementar regulamentando os repasses de recursos da União para os estados e o Distrito Federal em decorrência da desoneração das exportações do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).  Ainda, de acordo com a decisão, se ainda não houver lei regulando a matéria quando esgotado o prazo, caberá ao Tribunal de Contas da União (TCU) fixar regras de repasse e calcular as cotas de cada um dos interessados.

Segundo informação da Secretaria da Fazenda do RS, se o montante que deixou de ser repassado ao Rio Grande do Sul, desde então, fosse corrigido com o mesmo indexador do contrato da dívida com a União, as perdas do Estado já estariam em R$ 48 bilhões. Logo, a divida do estado do RS seria de 7 bilhões de reais e não mais 55 bilhões. Destacasse que alguns economistas defendem que não há mais dívida a ser paga, que o Estado do Rio Grande do Sul é credor da União, não mais devedor. 

Ainda, durante o Regime de Recuperação Fiscal, o Estado fica proibido de: 
I - a concessão, a qualquer título, de vantagem, aumento, reajuste ou adequação de remuneração de membros dos Poderes ou de órgãos, de servidores e empregados públicos e de militares, exceto aqueles provenientes de sentença judicial transitada em julgado;
II - a criação de cargo, emprego ou função que implique aumento de despesa;
III - a alteração de estrutura de carreira que implique aumento de despesa;
IV - a admissão ou a contratação de pessoal, a qualquer título, ressalvadas as reposições de cargos de chefia e de direção que não acarretem aumento de despesa e aquelas decorrentes de vacância de cargo efetivo ou vitalício;
V - a realização de concurso público, ressalvadas as hipóteses de reposição de vacância;
VI - a criação ou a majoração de auxílios, vantagens, bônus, abonos, verbas de representação ou benefícios de qualquer natureza em favor de membros dos Poderes, do Ministério Público ou da Defensoria Pública, de servidores e empregados públicos e de militares;
VII - a criação de despesa obrigatória de caráter continuado;
VIII - a adoção de medida que implique reajuste de despesa obrigatória acima da variação anual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ou de outro que vier a substituí-lo;

Destarte que é latente pelos dispositivos acima que não haverá aumento ou reposição salarial durante a vigência da adesão ao RRF bem como qualquer possibilidade de alteração das carreiras existentes.
Em especial quanto a proibição de realização de concurso público, ressalvadas as hipóteses de reposição de vacância, lembramos que reposição nada mais é que restituição a uma condição ou estado anterior ou antigo, assim, não é o preenchimento de cargos vagos mas tão somente preencher os cargos que tornar-se-ão vagos posterior a adesão ao RRF. O efeito real é o congelamento de efetivo do Corpo de Bombeiros Militar no contingente atual, independentemente da existência ou não de cargos vagos.

Ratificamos novamente que a adesão ao RRF é prejudicial ao serviço público e assim a sociedade gaúcha apesar de seus defensores afirmarem que não.

** Tenente Coronel Alexandre Teixeira Coordenador Geral Adjunto e de Secretariado da ABERGS

Previdência dos Militares

Em entrevista agora na gaúcha, general Mourão admitiu possibilidade de rever sistema previdenciário dos Militares do EB tais como idade e tempo de serviço para aposentadoria. 

Se for revisto todas as Policias Militares do país serão atingidas pela proposta, é o Sonho de Consumo de todos os governos estaduais.