A intensidade do El Niño é classificada pelo Índice Oceânico Niño (ONI), que mede a anomalia de temperatura da superfície do mar na região do Pacífico Equatorial Central (conhecida como Niño 3.4). O fenômeno é dividido em quatro categorias com base no desvio de temperatura:
- Fraco: Anomalia de 0,5°C a 0,9°C.
- Moderado: Anomalia de 1,0°C a 1,5°C.
- Forte: Anomalia de 1,6°C a 1,9°C.
- Muito Forte (ou Super El Niño): Anomalia igual ou superior a 2,0°C.
- A classificação oficial é confirmada por agências como o Climate Prediction Center da NOAA e, no Brasil, pelo monitoramento conjunto do INMET e do CPTEC/INPE. [1]
Em termos de impacto climático global, enquanto a intensidade determina a força das alterações na atmosfera, as consequências clássicas do El Niño incluem o aumento das chuvas e temperaturas na Região Sul do Brasil, e secas severas nas regiões Norte e Nordeste.