segunda-feira, 6 de julho de 2026

Os primeiros semestres com menor volume de chuva em Santiago


Os primeiros semestres com menor volume de chuva em Santiago nos últimos 18 anos foram:

2012: 447,3 mm;
2009: 684,9 mm;
2016: 700,0 mm;
2011: 710,4 mm;
2023: 756,9 mm;
2010: 785,0 mm;
2026: 786,5 mm;
2013: 790,5 mm.

O primeiro semestre mais chuvoso:
2024:1.594, 8 mm. Mais que o dobro da chuva registrada na maioria dos anos mais secos.

Os dados mostram que não existe uma relação direta entre a fase do ENOS e o volume de chuva no primeiro semestre em Santiago. Entre os anos mais secos da série há períodos sob influência de El Niño, La Niña e também de neutralidade.

Em 2024, por exemplo, o primeiro semestre ocorreu com El Niño moderado a fraco entre janeiro e março, neutralidade em abril e maio e início da transição para La Niña em junho. Mesmo assim, foi disparado o semestre mais chuvoso da série, evidenciando que outros sistemas atmosféricos — como a frequência e a persistência de frentes frias, corredores de umidade e áreas de baixa pressão — também exercem papel decisivo na distribuição e no volume das chuvas.

Nesta análise, fica evidente que, seja em anos de La Niña, de neutralidade ou de El Niño, nenhuma dessas fases do ENOS impede a ocorrência de períodos muito chuvosos. Elas apenas alteram as probabilidades climáticas, aumentando ou reduzindo a chance de determinados padrões de chuva, mas não determinam o que acontecerá em uma cidade ou mesmo ao longo de um semestre específico.

Os volumes de precipitação dependem também da atuação de outros sistemas meteorológicos, como frentes frias, áreas de baixa pressão, corredores de umidade e da persistência desses sistemas sobre uma região.

Fonte: Inmet/DefesaCivilSantiago/NOAA/

Os primeiros semestres com menor volume de chuva em Santiago

Os primeiros semestres com menor volume de chuva em Santiago nos últimos 18 anos foram: 2012: 447,3 mm; 2009: 684,9 mm; 2016: 700,0 mm; 2011...