segunda-feira, 15 de outubro de 2012

A senhora Impunidade



Sem a intenção...Isso é normalmente o que vemos num final de processo cujo o motorista bêbado atropela alguém que tranquilo exercia seu direito master, de ir e vir conforme nossa parca e descumprível Constituição Federal- e por incrível que pareça  num passeio público. Ora, quem dirige bêbado, nada mais nada menos encarna por si só, a Teoria das Probabilidades e por certo, assume o risco, mesmo que inconsciente *pois segundo Sigmund Freud, há um significado nos esquecimentos "sendo assim, pode haver a intenção de produzir um fato inconsciente para valer-se  da impunidade em seus atos (grifo meu) retornando a Teoria das Probabilidades- tenho acompanhado um jogo interessante em algumas cidades, já explanado nos meios de comunicação de tantas capitais, o jogador- motorista acelera seu carro, isso numa transversal, acelera e vai, passa por uma preferencial em nada mais nada menos que a 80 km por hora, se bater seu carro em algum veiculo que trafega obedecendo rigidamente as Leis de Trânsito- por certo perde, se naquele momento não passa nenhum carro  safando-se do dano ele ganha, tal jogo é feito entre dois ou mais condutores, neste caso encarna sabidamente a lei das probabilidades, tendo a livre consciência de qualquer resultado que possa  advir de suas atitudes, sejam elas pessoais ou na direção de algum veículo, caso o contrário, não seria necessário para obter uma Carteira de Motorista que um dos itens seja : Ser penalmente imputável, sendo assim, há o Dolo, Culpa Consciente, não sendo admitida em ações externa, como exemplo uma queda de barreira, mau súbito ou seja em qualquer situação que implique como causador o condutor do veículo devidamente comprovado. Finalizando. Um motorista bêbado com reflexos comprometidos mesmo que visivelmente, caso se envolva em Acidentes de Trânsito, deve ser julgado e condenado, ou isso muda ou continuaremos a ver a  mãe dos inescrupulosos fazendo a festa, a Senhora "Impunidade".