quinta-feira, 11 de julho de 2013

Maledicência (Joanna de Ângelis)


Espinho   cruel a ferir indistintamente é a palavra de quem acusa; cáustico e   corrosivo é o verbo na boca de quem relaciona defeitos; veneno perigoso é  a expressão condenatória a vibrar nos lábios de quem malsina; lama  pútrida, trescalando fétido, é a vibração sonora no aparelho vocal de   quem censura; borralho escuro, ocultando a verdade, é a maledicência   destrutiva. 

A maledicência é cultura de inutilidade em solo apodrecido.

 Maldizer significa destruir.

A verdade é como claro sol. A maledicência é nuvem escura. No entanto, é invariável a vitória da luz sobre a treva.

O   maledicente é atormentado que se debate nas lavas da própria   inferioridade. Tem a visão tomada e tudo vê através das pesadas lentes   que carrega.

A palavra malsinante nasce discreta, muitas vezes, para incendiar-se perigosa, logo mais, culminando na calúnia devastadora.

Não há desejo de ajudar quando se censura. Ninguém ajuda condenando.

Não há Socorro se, a pretexto de auxílio, se exibem as feridas alheias à indiferença de quem escuta.

Quanto possível, extingue esse monstro da paz alheia e da tua serenidade, que tenta dominar-te a vida.

Caridade é bênção sublime a desdobrar-se em silencioso socorro.

Volta   as armas da tua oração e vigilância contra a praga da maledicência   aparentemente ingênua, mas que destrói toda a região por onde prolifera.
 
Recusa a taça venenosa que a observação da impiedade coloca à tua frente.
Desculpa o erro dos outros.

E' muito mais fácil informar-se erradamente do que atingir-se o fulcro da observação exata.

As aparências não expressam realidades.

A forma oculta o conteúdo. Ninguém pode julgar pelo exterior.

Quando   vier a tentação de acusar e apontar defeitos, lembra-te das próprias   necessidades e limitações e, fazendo todo o bem possível ao teu alcance,  avança na firme resolução de amar, e despertarás, além das sombras da   carne por onde segues, num roteiro abençoado onde os corações felizes e   livres buscam a Vida Verdadeira.

Texto extraído do Livro “Lampadário Espírita” psicografado por Divaldo P. Franco, ditado pelo espírito Joanna de ângelis.


Após análise desta mensagem há que ponderar e alterar comportamento maledicente mesmo que o defendamos como algo que pretendíamos ser inofensivo!!!!


Vigiai.....é fácil ser maledicente!


O Algodão do silêncio é um dos melhores recursos para asfixiar a maledicência e fazer calar acusações indébitas.